Governo do Distrito Federal
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29/06/17 às 14h27 - Atualizado em 29/10/18 às 10h45

Distrito Federal ganhou 17 mil postos de trabalho em maio

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Maiores índices foram para o setor de serviços, com aumento de 2,2%, e de comércio, com 1,3%. Os números foram divulgados nesta quinta (29)

CIBELE MOREIRA, DA AGÊNCIA BRASÍLIA


O Distrito Federal ganhou cerca de 17 mil postos de trabalho em maio — o que significa acréscimo de 3 mil vagas em relação a abril. De acordo com a Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), divulgada nesta quinta-feira (29) pela Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan), os setores que mais empregaram no último mês foram o de serviços (2,2%) e o de comércio (1,3%).

O estudo indica também que a indústria de transformação permaneceu estável nos dois últimos meses e que a administração pública apresentou uma variação negativa de 0,6%.

Segundo o balanço, houve aumento no contingente de assalariados do setor privado (1,4%) e do setor público (3,9%). A quantidade de carteiras assinadas subiu 0,7%, e a de autônomos foi 4% a mais do que em abril. O número de empregados domésticos também cresceu 7,1%.

A taxa de desemprego ganhou estabilidade e apresentou uma variação de 0,1% em maio em relação a abril — de 20,5% para 20,4%. A estimativa de desempregados foi de 338 mil no último mês. Em contrapartida, o DF tem mais de 1,3 milhões de pessoas no mercado de trabalho.

Comportamento em 12 meses

Entre maio de 2016 e maio de 2017, a taxa de desemprego total passou de 17,8% para 20,4%. A quantidade de desempregados cresceu em 62 mil pessoas em decorrência ao crescimento insuficiente do nível de ocupação, com 41 mil postos para 103 mil pessoas.

Quanto à posição na ocupação, o grupo de assalariados apresentou variação positiva de 1,3%, consequência do aumento no setor privado (4,4%) que contrabalanceou a diminuição no setor público (-4,5%).

No setor privado, o número de ocupados com carteira de trabalho assinada aumentou 3,4% e sem carteira 8,4%. O nível de ocupação também subiu (3,2%), com destaque para as áreas de serviços (2,6%) e comércio (4%).

Já o setor da construção ganhou estabilidade (1,7%), e a indústria de transformação obteve uma redução (- 4,3%). A administração pública registrou queda de 18,4%.

Aguarde mais informações e a galeria de fotos.

EDIÇÃO: PAULA OLIVEIRA

Fonte: Agência Brasília